12 de Setembro – LINDO PENSAMENTO

O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes.

Ele se refugia em algumrecanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos.

Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama
sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa? O
cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de
não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos,
mesmas palavras, mesmas horas… o outro já sabe!

Falta magia. Falta o inesperado.
O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada
mais a fazer. Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras
coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos.
Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas;
querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do
coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos
intermináveis e desejos infindos.

Não é possível uma vida sem amor. Ou com amor adormecido.
Se você ama alguém, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, faça algo
extraordinário. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um
novo perfume…
Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que
fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais
árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas…
sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!

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