Archive for the ‘comportamento’ Category

25 de Setembro – SE A MODA PEGAR…

setembro 25, 2008

Mulher traída vai receber mais de R$ 31 mil da ex-amante de seu marido

 

A 3ª Vara Cível de Goiânia condenou uma vendedora a indenizar em R$ 31.125,00, por danos morais, a esposa de um homem com quem mantinha relação extraconjugal. O juiz Joseli Luiz da Silva, no entanto, ressaltou que foi o comportamento obsessivo da ré que levou à condenação, não a infidelidade.

 

Após nove anos de relação adúltera, a amante revelou o caso, segundo a esposa, com “o firme propósito de destruir seu casamento”, e passou a persegui-la quando percebeu que o casal não iria se separar. Por fim, registrou uma ocorrência acusando a rival de tê-la ameaçado.

 

Na sentença, o juiz afirmou que a ameaça não foi comprovada, pois a vendedora não apresentou testemunhas, nem compareceu à audiência de instrução e julgamento.

 

O magistrado disse ainda ter ficado convencido de que a ré reiteradamente tentou atingir a unidade do casal. “De fato várias foram suas investidas contra F.C. [a esposa] de modo a desestabilizar-lhe não somente no casamento mas também o equilíbrio emocional, além de fragilizar e periclitar até mesmo o relacionamento mãe e filhos”.

 

Foi levado em conta ainda o fato de a autora da ação ter se submetido a tratamento psiquiátrico em razão dos abalos sofridos com as atitudes da amante de seu marido, bem como sua mudança de endereço e desligamento do trabalho. 

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16 de Setembro – VOCÊ TEM IRMÃO OU IRMÃ?

setembro 16, 2008

Saiba como lidar com a competição entre irmãos 

por Rosemeire Zago

 

Tenho uma irmã três anos mais velha. Hoje tenho 30 anos, e sempre percebo que ela quer ser sempre a melhor, gosta de se mostrar e de aparecer. Quando as pessoas dão atenção para mim, percebo que ela fica sem jeito, pois só quer atenção para ela. Este fato de ela querer ser a melhor me incomoda, porque parece que para eu me destacar, tenho que estar sempre em competição com ela. Isto é normal?

Resposta: A competição entre irmãos é normal sim e começa desde criança; muitas vezes pela própria comparação feita pelos pais com o intuito de fazer com que o outro melhore determinado comportamento. É muito comum os pais terem como referência um primo ou irmão que seja o mais próximo do que eles consideram correto e fazer comparações.

 

Competição: faca de dois gumes – Porém, é preciso lembrar que o comum nem sempre é o mais saudável, pois cada um pode lidar com essa comparação de modo diferente. Para uns pode se tornar um desafio e motivar a ser igual ou melhor e para outros pode fazer com que se sintam diminuídos, sem valor. 

Porém, é preciso lembrar que o comum nem sempre é o mais saudável, pois cada um pode lidar com essa comparação de modo diferente. Para uns pode se tornar um desafio e motivar a ser igual ou melhor e para outros pode fazer com que se sintam diminuídos, sem valor.

Você pergunta como lidar com a reação de sua irmã quando você recebe atenção, e que para você se destacar tem que competir com ela. Diante do seu relato, parece que ambas querem obter a mesma atenção. Ela porque sempre quer ser a melhor e fica sem jeito quando você recebe atenção e você porque tem que estar sempre em competição com ela para se destacar. Você percebe que vocês duas querem a mesma coisa?

Você já procurou se incomodar menos com o jeito dela reagir? Já pensou o que poderá acontecer se você não competir com ela? Será que sente medo de não receber atenção?

 

Procure entender que o fato de você ter nascido três anos depois dela pode ter feito com que ela sentisse que toda a atenção foi para você e ela pode até hoje estar buscando compensar isso.

Atenção!

As respostas do profissional desta coluna não substituem uma consulta ou acompanhamento de um profissional de psicologia e não cacracterizam-se como sendo um atendimento.

28 de Agosto – MEU FILHO É USUÁRIO DE DROGAS

agosto 28, 2008

Não dar dinheiro ao filho ajuda a evitar ou minimizar o consumo de drogas?
por Danilo Baltieri
 
Meu filho é dependente de crack. Se não der nenhum dinheiro a ele, evitarei ou minimizarei seu consumo?

“Você deve procurar orientação médica adequada, para que seu filho seja adequadamente avaliado e comece um tratamento correto e que os familiares estejam engajados neste processo terapêutico. Não fornecer dinheiro ao dependente pode ser uma conduta adequada, mas se inserida em um contexto de tratamento mais amplo” Resposta: Quaisquer condutas isoladas não são totalmente adequadas para o manejo de uma pessoa com problemas relacionados ao consumo de substâncias. Isso significa que as orientações e as condutas a serem tomadas devem estar sempre inseridas em um processo terapêutico.

Além disso, como os indivíduos dependentes de substâncias constituem uma população bastante heterogênea, as condutas deverão ser tomadas de acordo com cada paciente, respeitando todas as características individuais.
Desta forma, simplesmente não dar dinheiro para o filho dependente de crack pode não ser uma conduta adequada, se o indivíduo com problemas não estiver inserido em um processo terapêutico com especialistas. De fato, existem muitos indivíduos dependentes dessa substância que não têm recursos financeiros para angariar a droga mas, mesmo assim, desenvolvem habilidades, mesmo que anti-sociais, para obtê-la.
Não é possível, nem tampouco adequado, ser simplista diante de um problema sério e complexo como a dependência de substâncias psicoativas.
Você deve procurar orientação médica adequada, para que seu filho seja adequadamente avaliado e comece um tratamento correto e que os familiares estejam engajados neste processo terapêutico. Não fornecer dinheiro ao dependente pode ser uma conduta adequada, mas se inserida em um contexto de tratamento mais amplo.

12 de Agosto – QUEM SOFRE MAIS COM O DIVÓRCIO?

agosto 12, 2008

Homens sentem mais dificuldade após divórcio, diz psicóloga

Voltar a ser solteiro não é tão simples quanto parece. Retomar velhas amizades – ou fazer novos amigos -, descobrir o local da azaração e se aproximar de uma mulher são as novas dificuldades do recém-solteiro. E, ao contrário do que parece, os homens têm mais dificuldades para se adaptarem ao novo estado civil.
“As mulheres costumam ter mais amigos íntimos e familiares para se abrirem. Os homens tendem a confiar apenas em suas mulheres e, quando se divorciam, se sentem perdidos em não ter com quem conversarem”, conta a psicóloga americana Laurie Helgoe.
Esquecer traumas, adaptar-se à nova realidade e saber o que dizer na “hora H” são algumas das dicas da especialista. Com a experiência de personal trainer amorosa, Laurie escreveu o livro “De Volta ao Mercado – reaprendendo a namorar depois da separação” para quem acabou de terminar um longo relacionamento e se vê perdido no mundo dos solteiros.

O terapeuta sexual Oswaldo Rodrigues Junior concorda que são muitas as dificuldades a serem superadas. Ele explica que a mudança no estado civil é uma mudança de identidade social complexa. “Isso depende de tempo e de assimilação por si próprio e pelos outros à volta, que nem sempre facilitam o processo.” Para quem pensa em casar logo: a readaptação é mais fácil para quem tem experiência como solteiro.
Laurie Helgoe dá quatro dicas para quem saiu traumatizado de um relacionamento: conversar com amigos sobre a tristeza e, em caso de depressão, consultar um psicanalista; se valorizar e não aumentar o sofrimento; desenvolver a auto-estima – seja relembrando os sucessos amorosos do passado, renovando o guarda roupa, indo à academia; e, por último, se divertir quando for a um encontro.
Experiência
Laurie conta que a maior dificuldade para quem saiu de um relacionamento é esquecer o passado e se abrir para o novo. “As pessoas tendem a pensar que as coisas vão acontecer da mesma forma que antes. Vale destacar que é muito importante aprender com o passado, ver o que não funcionou no relacionamento e como você pode evitar que ocorra novamente.”

Humberto Maia Junior

03 de Agosto – PRESTE ATENÇÃO ONDE SEU FILHO ANDA

agosto 2, 2008

Que tipo de balada seu filho frequenta?

Não dormir enquanto os jovens não chegam é a rotina seguida por muitos pais; escritora critica posturas radicais na fixação de limites 
 
Segundo a pesquisa ”Álcool, vida noturna e aumento da violência” 77,4% dos 380 jovens ingleses consultados bebem ao ir para baladas
Apesar de tanto controle da mãe, Roseli e Leonardo garantem que são melhores amigos: ‘‘Conversamos muito’’
Sexo, drogas e rock-and-roll. Pagode, axé, sertaneja, música eletrônica. Não importa o tom da noite: qualquer balada juvenil é capaz de perturbar o sono de quem só descansa quando escuta a chave de casa arranhar a fechadura. ”Quando o Leonardo começou a sair era eu quem levava ele para todo lugar. Até em boate já fui, mas não ficava com a turma”, confessa a empresária londrinense Roseli Brum, mãe de Leonardo, 21 anos.
De tanto controlar, o filho começou a respeitar os limites impostos pela mãe para não pagar mico na frente dos amigos. ”Eu esperava ele chegar, mas se ele demorava muito, eu ia buscá-lo na festa e ele ficava constrangido.”
Roseli conta que Leonardo começou a dar os primeiros pulos aos 16 anos, em festas na casa dos amigos. ”Em boate eu não deixava ele ir porque não podia entrar”, lembra a empresária, que ainda hoje espera, entre um cochilo e outro, o filho chegar da balada. ”Sempre ligo para saber onde ele está e quando ele chega, eu levanto para ver em que estado ficou depois da festa.”
E apesar de tanto controle, mãe e filho são melhores amigos. ”Temos um bom relacionamento, conversamos muito e ainda consigo convencê-lo a não ir a determinada balada se acho perigoso”, declara Roseli, citando que ela e as mães dos amigos de Leonardo, apesar de não serem amigas, falam a mesma língua. ”Ele já sabe que se a mãe de fulano não deixar, ele não também não sai.”
Perder noites de sono pelos filhos não é só atitude de mãe. Em Londrina, o empresário José Paulo Neri Romero costuma reclamar com o caçula Guilherme, 22, sempre que ele chega em casa à luz do sol nascente. ”Acabo adormecendo, mas durmo preocupado. Minha esposa é que sempre liga pedindo para ele voltar cedo. Ele diz que está chegando, mas nunca chega. Estou sempre dando bronca”, comenta Romero, que nunca proibiu o filho de sair.
Guilherme não reclama do controle dos pais, mas também nunca obedece. Diferente do irmão mais velho, Gustavo, 26, que ”é responsável até demais”, como afirma o pai. ”Já falei para o Guilherme que se ele for pego por causa de bebida ou se bater o carro na balada não é para me ligar que eu não vou buscá-lo, mas se o problema acontecer a caminho da escola ou do trabalho, ele pode contar comigo”, garante Romero.
”A mãe pode até cochilar, mas só dorme quando o filho chega. Eu aproveitava essa insônia forçada para arrumar gavetas, ver uns vídeos”, diz a advogada Sílvia Zomer, mãe dos estudantes Bárbara, 18 anos, e Pedro, de 19, de São Paulo. ”Prefiro dormir menos do que ver minha filha voltar de carona. É preciso ter tempo para ser mãe de adolescente, é preciso estar presente. Dar limites é trabalhoso, mas limite também é uma forma de carinho”, opina.
Na opinião de Silvia, o binômio sexo e drogas, assuntos recorrentes nos diálogos entre pais e adolescentes, foi ampliado por um elemento mais assustador: a violência urbana. ”Meus dois filhos já tiveram o primeiro ‘porre histórico’, muita ressaca no dia seguinte, mas nada fora do aceitável. Bebidas e drogas são relevantes pela forma incisiva como chegam aos jovens, pela facilidade na aquisição e pela liberdade de consumo nos bares e boates. Sei que alguns amigos dos meus filhos são usuários, por exemplo, mas a violência preocupa mais porque não depende só deles.”
‘Vistorie sim, mas discretamente’
A escritora Tânia Zagury, que já lançou 13 livros – dois sobre adolescência – critica posturas radicais na fixação de limites para os jovens. ”Às vezes, o pai permite tudo para não se aborrecer ou porque não tem tempo para monitorar o filho. Outros proíbem tudo, o que também não é saudável, assim como não é bacana frequentar a balada do filho. Fazendo isso, não se dá a ele a chance de se tornar independente. O pai que confia no filho e autoriza a saída também não deve ficar na sala, com a luz acesa, esperando ele voltar. E nem mandar abrir a boca para tentar rastrear se o jovem bebeu. Vistorie sim, mas discretamente. Desconfiança infundada magoa.”
Mestre em educação, Tânia enfatiza que permissividade na infância dificulta a imposição de regras na juventude. ”Se aos quatro anos o filho escolhe o canal de TV, aos 18 ele pegará o carro sem autorização para sair à noite. Os pais devem ter uma meta educacional, uma coerência de atitudes. Não resolve o pai deixar e a mãe proibir. Se não há padrão, o jovem será mais teimoso. Uma boa dica para argumentar é apoiar-se na lei. Por exemplo: menores de 18 não vão a baladas porque é ilegal. Funciona mais do que dizer: ‘eu não ia na minha época, você não vai’. Fica parecendo vingança. Mesmo assim, vai ter choro, cara feia e porta batida. Resistir a um ‘não’ é normal, mas os pais devem manter as regras que acharem razoáveis para a maturidade do filho.”
Psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo e psicólogo das agências Elite e L’Equipe, Marco Antônio de Tommaso lembra que a adolescência marca a passagem de uma vida regida pelo princípio do prazer para o princípio de realidade. ”A criança responde pelo prazer, você não a convencerá de que a vacina que dói é boa. Na adolescência, o filho percebe que nem tudo que é agradável pode ser feito, que não é livre para fazer tudo, mas o que é permitido. É uma fase de bombardeio hormonal e contestação. Para alguns, a vontade de extravasar na balada é a forma de auto-afirmação, de buscar a independência – ainda que seja uma busca de modo errado”, analisa.
Para adolescente, o exagero é bacana
Segundo dados divulgados pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), 52,2% dos garotos e 44,7% das meninas de 12 a 17 anos do Brasil já consumiram bebidas alcoólicas. ”O álcool prejudica o desenvolvimento de sistema nervoso do jovem, ainda em formação”, diz a psiquiatra Camila Silveira, coordenadora do Cisa. ”A cultura do álcool fica mais evidente no ensino médio e na faculdade. É como se beber em grandes quantidades fizesse parte naturalmente do contexto das festas.”
”Para o adolescente, o exagero é bacana. É uma fase de experimentações e de experimentar, inclusive, esse estado de alteração pela embriaguez. Tem a ver com a necessidade de ser aceito pelo grupo. Às vezes, trata-se de um comportamento aprendido até em casa”, completa.
Segundo a pesquisa inglesa ”Álcool, vida noturna e aumento da violência”, divulgada pelo Cisa, 77,4% dos 380 jovens ingleses consultados bebem ao ir para baladas. Os resultados sugerem que as circunstâncias em que o jovem bebe é um fator que predispõe à violência. O Cisa dispõe da cartilha ”Como falar sobre uso de álcool com seus filhos”, com orientações para cada faixa etária.

A psiquiatra Vera Zimmermann, do Centro de Referência da Infância e Adolescência, da Unifesp, diz que certos tipos de lazer exigem uma maturidade que não se tem aos 15. ”São eventos de massa, como raves. A multidão está sempre sujeita ao descontrole, o que reforça a confusão natural do adolescente. Sem noção do perigo, fica mais suscetível à violência. A massa tira a identidade, atitudes passam desapercebidas. O jovem tem de sentir que se fizer algo vão saber que fez. O controle externo se perde na massa.”

09 de Abril – OLHA O PERIGO

abril 9, 2008

Imagens sensuais ‘estimulam homens a arriscar mais dinheiro’
Um estudo realizado por cientistas americanos sugere que imagens sensuais podem afetar o comportamento dos homens nas decisões financeiras e fazer com que eles arrisquem mais dinheiro.
De acordo com o estudo da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, publicado na edição desta semana da revista científica NeuroReport, as imagens sensuais estimulam a atividade no núcleo accumbens- área do cérebro responsável pela sensação de prazer e recompensa.
A pesquisa indica que a estimulação desta área afeta as decisões financeiras tomadas pelos homens imediatamente após serem estimulados visualmente com as imagens sensuais e eróticas.
Estímulo
Para estabelecer os resultados, os cientistas submeteram um grupo de estudantes universitários heterossexuais a exames de ressonância magnética para verificar a atividade do cérebro quando eram expostos a três grupos de imagens, cada um correspondente a um tipo de estímulo visual.
O primeiro grupo, utilizado para criar estímulos positivos, continha imagens de mulheres sensuais e cenas eróticas, enquanto o grupo feito para criar estímulos negativos era composto por imagens de cobras e aranhas. Os cientistas incluíram também imagens como objetos de papelaria – como grampeadores, réguas, etc – relacionados a estímulos considerados “neutros”.
Como parte da pesquisa, logo após serem expostos a cada uma das imagens, os voluntários tinham que fazer uma aposta. O montante variava entre US$ 0,10 e US$ 10. Depois de comparar a quantia apostada por cada voluntário e a imagem que estimulou a aposta, os cientistas verificaram que o estímulo visual positivo influenciou os homens a fazerem apostas mais altas.
“A descoberta mais interessante, do ponto de vista econômico, é que estes estímulos positivos, apesar de não estarem relacionados diretamente com a aposta, influenciam o comportamento na hora de arriscar o dinheiro”, disse Brian Knutson, que liderou a pesquisa.
De acordo com o estudo, os resultados ajudam a esclarecer quais os apelos emocionais e visuais podem ser eficazes em diversas áreas como publicidade, política e nos jogos de sorte.
“Em um cassino, por exemplo, as pessoas usam roupas sensuais, há luzes, música, bebidas alcoólicas e outros estímulos que não estão necessariamente relacionados com as apostas. Mas estas são pistas que podem encorajar os riscos financeiros e fazer com que as pessoas gastem mais”, explicou Knutson.
O cientista ressaltou ainda que há muita pesquisa a ser feita para decifrar os efeitos do estímulo visual no comportamento. Segundo ele, o próximo passo do estudo será analisar o comportamento das mulheres quando estimuladas visualmente.

28 de Fev – QUAL PROFISSÃO A ESCOLHER?

fevereiro 27, 2008

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Ensino superior com ciclos de formação
Sociedade Brasileira de Física sugere modelo de ensino universitário que evitaria a escolha precoce da profissão
No Brasil, o jovem é obrigado a escolher a profissão aos 17 ou 18 anos, uma decisão de peso para quem acabou de ingressar na vida adulta. Para evitar uma escolha precoce e muitas vezes desencontrada, a Sociedade Brasileira de Física (SBF) propõe uma reforma no sistema de educação superior do país. Em “Por uma Educação Pública de Qualidade, Diversificada e Inclusiva”, submetido ao Ministério da Educação, membros e diretores da SBF defendem a criação dos chamados ciclos seqüenciais de formação.
Nesse sistema, os estudantes recém-saídos do ensino médio não teriam que optar por uma carreira específica, mas por uma de três grandes áreas de conhecimento: Ciências Exatas e Engenharias, Ciências da Vida, ou Humanidades, Artes e Ciências Sociais. O ensino superior seria dividido em dois ciclos: no primeiro (ou fundamental) o aluno receberia os conhecimentos básicos para então passar para o ciclo profissional, com uma especialização na carreira de interesse. De acordo com a proposta da SBF, o vestibular não seria abolido. Na verdade, o aluno seria avaliado para ingressar no ciclo básico e também no profissional. Ao final do ciclo fundamental, o aluno receberia um certificado de conclusão, e então decidiria continuar os estudos ou não. A SBF também propõe um aumento na carga horária do ciclo básico, com adoção de aulas em período integral e atividades extra-curriculares.
O presidente da SBF, Alaor Silvério Chaves, afirma que a instituição sugere que a universidade ofereça um conhecimento básico mais amplo exatamente porque o treinamento específico dos profissionais tem sido feito pelas próprias empresas. “A especialização excessiva em cursos universitários tornou-se anacrônica no mundo de hoje”, afirma. Mais informações disponíveis no site da SBF: www.sbfisica.org.br 

28 de Fev – ADOLESCENTES REBELDES

fevereiro 27, 2008

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Estrutura cerebral pode explicar rebeldia na adolescência
Cientistas australianos observaram o comportamento de adolescentes e sugerem que a rebeldia na adolescência pode estar relacionada ao tamanho da amídala – área do cérebro relacionada com a raiva, segundo o estudo publicado na edição desta terça-feira da revista especializada “Proceedings of the National Academy of Sciences”.
Os pesquisadores da Universidade de Melbourne realizaram exames de ressonância magnética nos cérebros de 137 adolescentes entre 11 e 14 anos e depois observaram o comportamento deles em discussões com os pais, envolvendo questões como tarefas domésticas, o uso de celulares, horário de dormir e mentiras, entre outras.
Ao analisar o comportamento dos adolescentes e os resultados dos exames, os pesquisadores identificaram que a amídala dos adolescentes mais nervosos e rebeldes era maior do que a dos mais tranqüilos.
“As descobertas sugerem que a estrutura cerebral dos adolescentes está associada ao comportamento afetivo nas interações familiares”, afirmou Nicholas Allen, que liderou o estudo.
Ansiedade
O estudo identificou ainda outra alteração na estrutura cerebral dos adolescentes – meninos que apresentavam o córtex cingulado anterior esquerdo do cérebro (ACC, sigla em inglês) menor que o direito, demonstravam o comportamento mais ansioso e lamentavam-se mais.
“Como a adolescência marca um período de rápido amadurecimento cerebral, nossas descobertas têm implicações para o futuro da saúde mental que pode ser identificado durante o desenvolvimento”, disse Allen.
Estudos anteriores realizados nos Estados Unidos já haviam relacionado a estrutura da amídala e do córtex cingulado anterior ao humor das pessoas. Segundo os cientistas, estas duas áreas do cérebro seriam responsáveis por regular o otimismo.

27 de Fev – SUTIÃ: NEM ELAS SABEM ESCOLHER

fevereiro 27, 2008

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Oito em cada dez mulheres erram na escolha do sutiã. Os Homens ficam perdidos quando o assunto é lingeries, principalmente quando estão expostas pelas mulheres. Só que eles não sabem que 80% das mulheres não sabem escolher o  sutiã certo para seu tipo físico. Erros que muitas vezes passam despercebidos, no espelho  do provador, seja por pressa,  deslumbramento ou pura falta de aconselhamento.

14 de Fev – POSIÇÃO SEXUAL RARA

fevereiro 13, 2008

Gorila é flagrada em posição sexual rara no Congo
Leah, a primeira gorila já vista usando ferramentas na natureza, tornou-se também a primeira a ser fotografada copulando em posição frontal, como seres humanos
Um grupo de cientistas do Instituto Max Planck de Leipzig (Alemanha) e da Wildlife Conservation Society (EUA) clicou a cena num parque da República do Congo. Embora essa posição já tenha sido relatada antes entre gorilas, ela nunca fora fotografada.
Em 2005, Leah foi vista usando um instrumento –o relato da façanha era inédito até então, em se tratando de gorilas selvagens. A gorila queria atravessar uma lagoa, mas, quando percebeu que a água chegava até a sua cintura, pegou galho sem folhas com uns 2 cm de largura e 1 m de comprimento.
Em posição ereta, usou o galho para se apoiar e para testar o fundo da lagoa e avançou 10 metros na água, até que seu bebê começou a chorar e ela voltou para a beirada, largando o cajado n’água.

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E dai? Como podemos explicar isso?

08 Fev – OLHA O GOLPE

fevereiro 8, 2008

Tem coisa errada ai. Muitos idosos estão sendo vítimas de oportunistas que dizem ser funcionários do INSS e fazem empréstimos no nome dos nossos velhinhos que nem vêem a cor do dinheiro. Quando chega o fim do mês, eles só tem as prestações para pagar. Nós estamos de olho. Logo, logo traremos mais informações sobre esta situação

08 Fev – ESCAPAMENTO ABERTO? ESTÁ ERRADO

fevereiro 8, 2008

Qual é a tua reação quando você está passando por alguma rua da tua cidade e de repente passa uma mot0 com o escapamento aberto ( Barulho causado pela retirada do miolo do silencioso ou furo no cano de descarga) do seu lado?

Voce sabia:

Uma prática que vem se tornando comum entre motociclistas é mais um motivo de irritação geral e complica a convivência entre motos, automóveis e pedestres, que já não é das mais saudáveis. Trata-se de uma adulteração no escapamento das motocicletas, em alguns casos, retirando-se o miolo do silencioso (peça que reduz o ruído do motor); em outros, furando-se o escapamento. O objetivo alegado é aumentar o barulho, para que a presença da moto seja percebida mais facilmente, mas o resultado é o incômodo causado a motoristas, pedestres e até outros motociclistas, que condenam o ato. A adulteração é proibida pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB. A infração está prevista no artigo 230 do CTB, que proíbe o ato de: “Conduzir o veículo com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante”. A multa é grave, de R$ 127,69, mais perda de cinco pontos na carteira. Além disso, o código prevê que o veículo deve ser retido para regularização. Nesse caso, porém, como o procedimento não pode ser realizado na hora, a medida é reter o documento e liberar a moto para o reparo. Para o proprietário da moto voltar para casa sem o risco de novo transtorno, a Polícia Militar explica que o canhoto da multa vale como recibo, que justifica, somente no mesmo dia, a circulação com o veículo, sem documento. Depois de consertada, o proprietário deve comprovar o reparo e retirar o documento no Detran.

Isto incomoda e muito. Vamos tomar as devidas providências?

07 Fev – BBB – BRASIL, BANDO DE BABACA

fevereiro 7, 2008

Faça esta conta comigo:
29 milhões de ligações do povo brasileiro votando em algum candidato para ser eliminado do Big Brother.
Calculamos o preço da ligação do 0300 a R$ 0,30.

Então, teremos R$ 8.700.000,00             
Isso mesmo! (Oito milhões e setecentos mil reais, que o povo brasileiro gastou  ( e gasta ), em cada paredão!
Suponhamos que a Rede Globo tenha feito um contrato “fifty to fifty” com a operadora do 0300, ou seja,ela embolsou R$4.350.000,00. 

Repito: somente em um único paredão!
Programas como BBB existem no mundo inteiro, mas explodiram em terras tupiniquins. Um país onde o cidadão vota para eliminar um bobão (ou uma bobona) qualquer, mas não lembra em quem votou na última eleição.
Que eleitor é esse? Depois, não adianta dizer que político é ladrão, corrupto, safado, etc. 
Quem os colocou lá? Claro, o mesmo eleitor do BBB!
Aí, agüente a vitória de um Severino não-sei-das-quantas para Presidente da Câmara dos Deputados e a cara de pau, digo, a grande idéia dele, de colocar em votação um aumento salarial absurdo a ser pago pelo contribuinte.
Mas o contribuinte não deve ligar mesmo, ele tem condições financeiras de juntar R$ 8 milhões em uma única noite para se divertir (?!?!), ao invés de comprar um livro de literatura, filosofia ou de qualquer assunto relevante para melhorar a articulação e a autocrítica… ACORDA BRASIL!!! ACORDA LOANDA!!!!

02 Fev – AS QUE HORA QUEABREOBAR?

fevereiro 2, 2008

Integrante do Bloco : Oncotô? Oncovô? Cadê meu “bróco”. ic… ic… ic…. Eu tô na faixa….

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02 fEV – FOTO DO DIA

fevereiro 2, 2008

O Carnaval nem começou e coisa já ta azzzzzzzzzzzziiiimmmmmm….

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