Archive for the ‘@gro Notícias’ Category

29 de Julho – @GRO NOTÍCAS – HORTALIÇAS

julho 29, 2008

Hortas do Paraná faturam R$ 1,57 bi

Com participação de 4,8% no Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária, cultivo de hortaliças acompanha valorização das commodities
O cultivo de hortaliças cresce no ritmo das commodities agrícolas no Paraná. Sem deixar de lado as tradicionais feiras livres, o setor ampliou a produção continuamente, elevando seu peso de 4,2% para 4,8% no Valor Bruto da Produção (VBP) rural durante a última década. Esse índice considera a renda dos produtores (da porteira para dentro) na agricultura e na pecuária.
Para manter sua expressividade, o VBP da olericultura, que era de R$ 890 milhões na safra 1996/97, teve de crescer 76% em dez anos. Com um terço da renda oriundo da batata inglesa, movimentou R$ 1,57 bilhão na safra 2006/07, segundo estatísticas que acabam de ser divulgadas pelo Departamento de Economia Rural do Paraná, o Deral.

Qualidade
Nas prateleiras dos supermercados, as verduras e legumes precisam seguir padrões industriais para ganhar saída. “Observa-se um crescimento importante no nível de industrialização, o que fez aumentar a oferta de produtos minimamente processados e prontos para o consumo”, avalia Lunardon.
O grau de exigência dos consumidores pressiona também quem atende as feiras livres. A produtora Luciana Machado, de Campo Magro, região de Curitiba, conta que, para vender mil cabeças de alface por semana, em duas feiras de Curitiba, precisa fazer a colheita na véspera e oferecer sempre o produto fresco.

24 de Março – @GRO NOTÍCIAS – ICMS CONFAZ 100/97

março 24, 2008

O Convênio ICMS CONFAZ Nº 100/97: a conta será do produtor e do consumidor
Laércio Valentin Giampani

Em vigor desde 1997, o Convênio Confaz nº 100/1997, que reduz a base de cálculo do ICMS sobre insumos agropecuários, corre risco de extinção a partir do mês de abril próximo. Sucedâneo do Convênio ICMS nº 36/1992 – e este, por sua vez, do Convênio ICMS 08/1978 –, é instrumento legal que beneficia o setor produtivo e o consumidor de alimentos. À medida que se aproxima o final de mais um período de vigência desse modelo tributário, a tendência deveria ser por nova prorrogação, ante sua importância para o Brasil e os brasileiros nos últimos 30 anos. Contudo, alguns Estados têm emitido claros sinais contrários à renovação do Convênio no âmbito do Confaz – Conselho Nacional de Política Fazendária.
Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, por exemplo, tomaram decisões visando a facultar o estorno de créditos fiscais decorrentes de entradas de produtos, ou a revogar benefícios previstos. A Governadora do Estado do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), editou o Decreto nº 45.418, de 21 de dezembro de 2007, que modifica drasticamente o regulamento do ICMS em seu Estado. O Sindag entende que tais medidas tendem a produzir impacto negativo em toda cadeia produtiva, da indústria de insumos agropecuários ao produtor rural; do produtor rural ao consumidor de alimentos.
Somente ao setor de defensivos, a não-renovação trará perdas da ordem de US$ 350 milhões, seguidas de inevitáveis ajustes de custos. O Convênio ICMS 100/97 considera os insumos agropecuários essenciais para ampliação da oferta e acesso aos alimentos consumidos pelos brasileiros. Também tem sido decisivo o efeito desse modelo tributário ao equilíbrio das políticas fiscais dos Estados e à diminuição da Guerra Fiscal. Representantes* de todos os setores do agronegócio hoje trabalham para sensibilizar dirigentes e autoridades federais sobre os benefícios da prorrogação do Convênio ICMS 100/97. Por sinal, felizmente a Câmara Setorial de Insumos Agropecuários (CTIA) – órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –, já manifestou publicamente preocupações quanto ao eventual fim do Convênio.
Entendemos que a agropecuária brasileira deve ser regida por políticas públicas modernas, capazes de estimular a produção e desenvolver mercados. Por isso, esperamos que ao final prevaleça, acima de tudo, o interesse da população brasileira, com uma nova prorrogação do Convênio ICMS 100/97 no âmbito do Confaz. *Ao Sindag, estão unidos ABAG – Associação Brasileira de Agribusiness; SINDIRAÇÕES – Sindicato Nacional das Indústrias de Alimentação Animal; SINDAN – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal; ANDEF – Associação Nacional de Defesa Vegetal; ANDA – Associação Nacional para Difusão de Adubos; ANDAV – Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários; e AMA Brasil – Associação dos Misturadores de Adubos do Brasil.

19 de Março – @GRO NOTÍCIAS – RASTREAMENTO

março 19, 2008

Foto Emilio Barbosa

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Governo breca sistema de rastreamento de gado
Da Sucursal de Brasília – Uma semana depois das inspeções da União Européia em fazendas exportadoras, o Ministério da Agricultura expôs ontem novo foco de problemas na rastreabilidade bovina: as empresas certificadoras. Todas serão auditadas. Por conta de falhas estatais ou privadas, apenas 95 propriedades podem vender aos europeus hoje.
Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, a principal deficiência das chamadas certificadoras era a incapacidade de comprovar a movimentação dos animais, como a permanência por 90 dias antes do abate em determinada área, por exemplo.
“Se as certificadoras tivessem cumprido seu papel na íntegra, teríamos cumprido essa rastreabilidade com a União Européia”, avaliou Kroetz.
Não há prazo para terminar a auditoria das certificadoras. Enquanto durar a verificação, as empresas não poderão incluir estabelecimentos rurais no Sisbov (Serviço Brasileiro de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos).
Para evitar novos dissabores com os pecuaristas, que defendem uma lista maior de fazendas exportadoras para a União Européia, os governos estaduais podem assumir algumas funções das certificadoras.
Para isso, eles precisam se credenciar especificamente para tarefas de rastreabilidade no Ministério da Agricultura. De acordo com Kroetz, o processo deve ser simples, pois os Estados já são responsáveis por defesa sanitária em geral.
Função pública?
Na prática, as empresas certificadoras exploram um filão criado pela ausência do Estado. São elas que vão até as fazendas verificar se são verdadeiras as informações fornecidas pelos pecuaristas ao governo. Também cabe a elas inspecionar se o abate dos animais respeita prazos de quarentena.
A União Européia critica o modelo brasileiro, pois defende que os fiscais sejam sempre vinculados ao Estado, e não a instituições privadas.
A falta de confiança no trabalho das companhias foi justamente o motivo para a auditoria. Primeiro, elas deverão elaborar relatórios sobre algumas fazendas e enviar ao governo federal. A seguir, uma equipe de técnicos federais vai avaliar esses relatórios, as fazendas e a certificadora responsável.
Se não houver problemas, a empresa volta a certificar propriedades no Sisbov. Se surgir alguma discrepância, será descredenciada. O curioso é que elas deveriam ser dignas de confiança, pois são respaldadas publicamente pelo ministério.
O governo federal, porém, não dispõe de pessoal capacitado. Na semana que vem, começa um curso de capacitação para cerca de 200 fiscais, metade deles servidores da União.

18 de Março – @GRO NOTÍCIAS – DÍVIDA RURAL

março 18, 2008

PROPOSTA DE RENEGOCIAÇÃO SAI NO DIA 25 DE MARÇO
O Governo Federal apresentou um esboço das medidas de apoio ao setor agropecuário para o equacionamento da dívida rural em reunião, na última terça-feira, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Embora deputados e lideranças do setor aguardassem o anúncio de medidas efetivas para a renegociação, foram apresentadas somente diretrizes do que será anunciado pelo Governo no próximo dia 25 de março. Na realidade, o documento apresentado pelo Executivo apenas deu continuidade às discussões iniciadas, timidamente, em agosto do ano passado.
As diretrizes do esboço apresentado visam, de forma geral, a recuperação da situação de adimplência dos inadimplentes e descontos progressivos para a liquidação antecipada dos contratos. O documento traz, também, o estoque da dívida do setor, avaliado em R$ 87 bilhões, incluindo os débitos da agricultura empresarial e dos agricultores familiares.
Conforme o documento entregue aos representantes do setor durante a reunião, o Governo Federal propõe-se a renegociar o saldo devedor da dívida em cinco blocos, que são:
Operações de crédito rural efetuadas nos anos 80 e 90 e renegociadas: operações secutirizadas (Securitização I e II), do Pesa, do Recoop, do Funcafé Dação, do Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira e do Prodecer II e III;
Operações de crédito rural de custeio efetuadas nas safras 2001/02 a 2005/06: operações de custeio com prazo superior a um ano e operações de custeio prorrogadas por até cinco anos devido a problemas climáticos, sanitários ou de preços: Proger, FAT Giro Rural e demais operações de custeio rural, todas contratadas com risco bancário;
Operações correntes de crédito rural destinadas a investimento e comercialização rural: operações do Finame Agrícola e Finame Agrícola Especial; programas de investimento rural operados pelo BNDES e equalizados pelo Tesouro Nacional (Moderfrota, Moderinfra, Moderagro, Prodecoop, entre outros); outros programas do BNDES não equalizados; FAT Integrar, Proger Investimento; e outras operações de investimento e comercialização rural efetuadas com recursos obrigatórios dos bancos;
Operações efetuadas com recursos dos Fundos Constitucionais não incluídas nos programas mencionados;
Operações de crédito rural com risco da União e que, por inadimplência, já foram incluídas na Dívida Ativa da União (DAU).
Participaram da reunião o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, o Secretário de Política Econômica, Bernard Appy, o Secretário de Política Agrícola, Edílson Guimarães, deputados federais e técnicos da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), da Câmara dos Deputados, além de representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

17 de Março – @GRO NOTÍCIAS – BOA IDÉIA PARA O CAMPO

março 17, 2008

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CARRINHO MULTIUSO
Veículo criado por pequeno produtor rural transporta de tudo um pouco e serve inclusive para a diversão da criançada
O produtor José Agnaldo de Souza, de Iperó, SP, enfrentava um problema: como carregar os pesados latões de leite pelos três quilômetros que separam sua propriedade do resfriador comunitário.
Fácil de construir, o carrinho mostrou-se útil não só para o transporte de botijões de leite, mas também de alimento para animais e ferramentas agrícolas. E ainda serve para o agricultor dar alguns passeios. Daí veio o nome: carrinho multiuso.
Para montá-lo, gasta-se cerca de 400 reais. O material necessário para sua montagem pode ser encontrado em lojas especializadas e até mesmo na propriedade, o que pode baixar ainda mais esse valor.
MAIS INFORMAÇÕES: Assentamento Ipanema, Sítio Pedra Branca. Estrada do Morro, lote 55, área I, bairro Bacaetava, Iperó, SP. Telefone: (15) 3232-0860
Material
• 1 par de varas de madeira com 2,43 metros x 5 centímetros, com 50 centímetros de espessura;
• 1 tábua de 80 x 30 centímetros, com 2,5 centímetros de espessura;
• 2 tábuas de 80 x 20 centímetros, com 2,5 centímetros de espessura;
• 1 tábua de 80 x 36 centímetros, com 2,5 centímetros de espessura;
• 1 tábua de 80 x 35 centímetros, com 2,5 centímetros de espessura;
• 1 caibro de 90 x 5 centímetros, com 5 centímetros de espessura;
• 1 caibro de 80 x 6 centímetros, com 5 centímetros de espessura;
• 2 caibros de 76 x 5 centímetros, com 5 centímetros de espessura;
• 2 caibros de 30 x 5 centímetros, com 5 centímetros de espessura;
• 2 sarrafos de 98 x 5 centímetros, com 2,5 centímetros de espessura;
• 1 sarrafo de 90 x 5 centímetros, com 2,5 centímetros de espessura;
• 1 placa de madeira compensada de 90 x76 centímetros;
• 2 placas de madeira compensada de 84 x 64 centímetros;
• 2 pneus de carrinho de mão, com câmara de ar;
• 1 barra de ferro galvanizada de 3/4 de polegada e 1,10 metro de comprimento (eixo);
• 2 presilhas de ferro;
• 2 chapas de ferro de 90 x 3,5 centímetros, com 4 milímetros de espessura;
• 4 dobradiças médias;
• 3 braçadeiras;
• 20 parafusos com porca e arruela tamanho 3/8″;
• Pregos.
COMO FAZER
1>>> Fure uma das extremidades de cada vara de madeira e parafuse entre eles o sarrafo de 90 centímetros. Fixe verticalmente em cada uma dessas extremidades um caibro de 76 centímetros. Prenda diagonalmente entre cada caibro e varal um sarrafo de 98 centímetros. Para deixar as varas bem firmes, pregue entre elas um caibro de 90 centímetros, próxima à junção do sarrafo colocado na diagonal.
2>>> Parafuse a placa de compensado de 76 centímetros nos dois caibros verticais para formar o fundo do carrinho. Recorte as duas placas de madeira de 84 centímetros de forma que preencham internamente o triângulo retângulo formado pelos caibros verticais e diagonais e a vara.
3>>> Pregue a tábua de 80 x 30 centímetros sobre as duas varas, logo na junção destas com os caibros diagonais. Esta tábua servirá de apoio para os pés do condutor do carrinho.
4>>> Pregue bem ao fundo, sobre as varas, a tábua de 80 x 20 centímetros. Ela ficará fixa na estrutura. Próximo a cada extremidade desta madeira, coloque uma dobradiça. Prenda estas dobradiças na tábua de 80 x 35 centímetros. Esta, portanto, ficará apenas encostada sobre as varas para que possa se mover.
5>>> Parafuse nos caibros verticais da estrutura, a 43 centímetros de altura e paralelo às varas, dois pedaços de madeira de 30 centímetros de largura. Eles servirão de apoio às tábuas que formarão o assento do carrinho. Pregue perpendicularmente em cima delas e ao fundo o caibro de 80 x 6 centímetros. Coloque uma dobradiça em cada uma das extremidades do caibro. Prenda as dobradiças na tábua de 80 x 30 centímetros.
6>>> Serre diagonalmente as extremidades da tábua de 80 x 20 centímetros. Deixe apenas um pedaço de madeira de 10 centímetros de largura no centro, como mostra a figura. Esta estrutura ficará apoiada sobre o eixo do carrinho e serve para colocar latões de leite ou caixas.
7>>> Aqueça as chapas de ferro e molde-as no formato da letra “U”, como mostra o desenho abaixo.
8>>> Parafuse o fundo destas chapas na tábua que irá se apoiar sobre o eixo. Prenda as pontas superiores das chapas nos varais.
9>>> Para dar sustentação à tábua, faça um furo bem no centro dela e coloque uma braçadeira, envolvendo-a no eixo do carrinho. Coloque as outras duas braçadeiras nas pontas da tábua onde estão as chapas de ferro e também as envolva ao eixo.
10>>> Prenda os pneus ao eixo colocando presilhas de ferro na parte externa de cada roda e solde uma porca na porção interna.

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12 de Março – @GRO NOTÍCIAS – INFLUENZA AVIÁRIA

março 12, 2008

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Simulado capacita veterinários na prevenção à influenza aviária
Cerca de 30 médicos veterinários das superintendências federais de agricultura e de entidades estaduais de defesa sanitária estão participando de um Simulado de Emergência Sanitária em enfermidades avícolas, como a doença de Newcastle e Influenza Aviária, para que um possível foco dessas doenças seja evitado. O Brasil é livre de influenza aviária em humanos e em aves. O simulado começou nesta segunda-feira (10-03) e vai até sexta-feira (14-03), no auditório do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A fiscal federal agropecuário da Coordenação de Sanidade Avícola (CSA), da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, Regina D’Arce, explica que é o segundo exercício de simulado de gabinete realizado pelo Ministério, em nível nacional, de prevenção à influenza aviária. O primeiro foi em julho de 2007. O simulado treinará técnicos nas diversas etapas do Plano de Contingência para Influenza Aviária e doença de Newcastle.
D’Arce ressalta que nesse exercício simulado não serão envolvidas atividades de campo, nem sacrifício de aves. Os técnicos, capacitados para tomar decisões em gabinete, serão divididos em grupos conforme a especificidade da tomada de decisão frente a uma suspeita de foco da doença. Serão formados grupos de logística, de documentação, de investigação epidemiológica, de biossegurança e controle de trânsito, de taxação, compensação, despovoamento e destruição, de limpeza e desinfecção, de repovoamento e de comunicação social e educação sanitária.
O que é influenza aviária – Também conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa que afeta tanto aves domésticas quanto as silvestres. De acordo com sua patogenicidade, o vírus da influenza aviária se propaga rapidamente ocasionando uma enfermidade grave e altas taxas de mortalidade em aves. Em geral, os vírus são específicos de cada espécie animal e só eventualmente se observa transmissão cruzada entre espécies diferentes, da ave para o homem, por exemplo. As aves migratórias podem funcionar como reservatórios naturais do vírus, sendo essa uma das hipóteses de disseminação de enfermidade entre os continentes. Os vírus da gripe aviária de alta patogenicidade, incluindo a cepa H5N1, nunca foram detectados no Brasil. O governo brasileiro realiza intensa vigilância no País, tanto em aves migratórias como em residentes, além do material genético importado.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) está acompanhando os casos de gripe aviária em humanos nos países afetados, entre eles, Indonésia, Vietnã, Egito, China, Tailândia e Turquia e, colaborando na vigilância e assistência aos casos. Em 2003, aumentou o numero de focos em aves no mundo. Mas, os casos de influenza aviária em humanos diminuíram em 2007, quando foram tomadas ações de prevenção e de conscientização. O Mapa realiza, constantemente, a avaliação da situação epidemiológica e dos riscos sanitários a que se expõe o plantel avícola nacional.
Produção e exportação – O Brasil é o maior exportador de carne de frango, com 40% do mercado mundial. E é o terceiro produtor mundial de frango, com 10,246 milhões de toneladas. A projeção para este ano, de acordo com números da União Brasileira de Avicultura (UBA), é de 10,88 milhões de toneladas, dos quais 3,58 milhões serão exportadas para 150 destinos, com destaque para os países do Oriente Médio, União Européia e Japão.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Autor: Inez De Podestà

06 de Março – @GRO NOTÍCIAS – AVICULTURA

março 6, 2008

Foto Emilio Barbosa

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Consumidor terá que pagar mais caro pelo ovo de galinha
O preço da dúzia chegou a sofrer um reajuste de até 20,57% em seis supermercados avaliados na Bahia.
O ovo de galinha é um alimento bastante presente no prato do brasileiro. Mas, agora o consumidor terá que pagar mais caro pelo produto, que aumentou em todo o país. Segundo Otávio de Carvalho, ex-presidente da Associação de Avicultura da Bahia e produtor de ovos no estado, o que houve foi uma recuperação dos preços, e não um aumento. “Se o ovo continuasse com o preço que estava, todas as empresas iriam quebrar”, analisa Carvalho.
Na pesquisa de preço realizada pela reportagem do A Tarde, do dia 09/02 até o dia 01/03, o preço da dúzia do ovo chegou a sofrer um reajuste de até 20,57% em seis supermercados avaliados. Em todos os estabelecimentos foram registrados aumentos, sendo o menor valor encontrado da dúzia de ovos por R$ 2,48 (no dia 01/03), e no começo do mês passado encontrava-se a dúzia por até R$ 1,97.
Nacionalmente, uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas aponta que neste ano o ovo já teve uma alta de 4,33%, mas podem ser encontrados reajustes de até 50% sobre o produto. A instituição avalia que o aumento foi devido a fatores como maior procura do consumidor pelo produto na época da quaresma, crescimento das exportações e aumento do custo da ração para os animais.
Para Carvalho, o mercado ajustou o preço dos ovos de galinhas aos poucos, mas ainda não atingiu o patamar esperado. “Em 2004, pagávamos o salário mínimo com 115 dúzias de ovos. Agora, ainda pagamos com 141 dúzias“.
O produtor coloca que só o farelo de soja e de milho tiveram um reajuste de mais de 70%, e estas despesas com a produção não haviam sido repassadas. “Só o farelo de soja passou de R$ 450 para R$ 670“, enfatiza o produtor.
“O mercado baiano está plenamente abastecido. Até porque a Bahia importa mais de 80% dos ovos que consome de São Paulo, Minas Gerais e do Ceará”, informa Carvalho. Já na avaliação de José Humberto Sousa, presidente da Associação Bahiana de Supermercados (Abase-BA), este aumento ainda não foi devidamente sentido no Estado.
“Se o aumento é nacional, não irá demorar para chegar aqui na Bahia também. Até porque, se o preço aqui fica abaixo do mercado, criará uma saída do produto da região”, estima Sousa.
Consumo – Para Camila Carvalho, 26 anos, psicóloga, a dúzia do ovo teve um aumento considerável. “Comprei no mês passado e estava por cerca de R$ 2,80. Já neste mês, encontrei por R$ 3,20“, reclama a consumidora. Para Camila, a solução é comprar a metade do que levava mensalmente.
“Levo sempre duas placas com uma dúzia, mas este mês só vou levar uma“, confirma. Na tentativa de não perder clientes, alguns estabelecimentos comerciais, estão dividindo a placa dos ovos. Porém, esta tendência de ajuste das embalagens para os pedidos menores ainda não chegou nos supermercados baianos. Assim, os consumidores dos outros Estados não deixam de comprar, mas já não levam para a casa a placa completa de ovos.

05 de Março – @GRO NOTÍCIAS – FEIRA EM LONDRINA

março 5, 2008

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48ª Feira Agropecuária e Industrial de Londrina: lazer e negócios
A Feira Agropecuária e Industrial de Londrina traz, em sua 48ª edição, o tema “Em busca da produção sustentável”. Assim, a maior feira agroindustrial da América Latina destaca o papel do agropecuarista no debate de um dos temas mais importantes da atualidade: a produção sustentável. Grandes debates vão ocorrer durante o evento, que também traz uma programação diversificada e atraente para todos os públicos, já acostumados a encontrar no Parque Ney Braga a principal fonte de lazer de toda a região no período de realização da Exposição.
Dia de Início: 03/04/2008
Dia de Término: 13/04/2008
Hora de Início: 8:00
Hora do Término: 24:00
Realização: Sociedade Rural do Paraná
Local: Parque Governador Ney Braga-Londrina/PR

03 de Março – @GRO NOTÍCIAS- FRUTICULTURA

março 3, 2008

Produção de frutas ganha força no Brasil

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A produção de frutas no Brasil deve crescer 4,5% em 2008, puxada por um expressivo consumo interno, pela demanda crescente de agroindústrias e pelas vendas externas. Em 2007, o País exportou 918 mil toneladas, 14% mais que em 2006. Para 2008, a estimativa é de crescer 10%, segundo o Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf). Se concretizado, o percentual resultará a marca recorde de exportação de 1 milhão de toneladas de frutas.
O Brasil é o terceiro maior produtor mundial – atrás da China e da Índia – e o 15 exportador, devido a um expressivo consumo interno, conforme explica Moacyr Saraiva Fernandes, presidente do Ibraf. No entanto, as exportações brasileiras vêm atingindo um alto valor agregado, diz Fernandes, com receita em 2007 34% maior que em 2006, ante um volume 14% maior. E nesse quesito, a uva está na liderança, segundo o executivo do Ibraf. “Em torno de 50% dos parrerais destinados à exportação estão sendo convertidos para variedades sem sementes, que têm maior valor agregado”, exemplifica.
Enquanto a venda externa dessa fruta representou 8,6% (79 mil toneladas) do volume total exportado, a receita representou 26,4% (US$ 170 milhões). “Os produtores de melão também estão adequando a oferta de suas variedades àquelas mais aceitas no mercado internacional. São frutas mais nobres, de poupa com coloração mais amarela ou avermelhadas, cascas verdes ou com formatos ovóides”, exemplifica. Depois das uvas, o melão é o item da pauta com maior receita (US$ 128 milhões), seguido da manga (US$ 89 milhões). Por conta desses ganhos em agregação de valor, Fernandes acredita que, enquanto o volume exportado em 2008 pode crescer 10%, a receita deve aumentar 14%.

29 de Fev – @GRO NOTÍCIAS – MINI MARRECOS

fevereiro 29, 2008

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Minimarreco
A diminuta ave tem grandes qualidades para conquistar o mercado, como a bela plumagem e a pequena necessidade de espaço.
Os minimarrecos contam ainda com outros predicados que os tornam uma grande opção para criadores. Sua plumagem tem coloração diversificada e vistosa, o que embeleza sítios, chácaras ou mesmo quintais de residências. São fáceis de lidar e não necessitam de muito espaço. A graciosidade dessas aves aquáticas também faz a alegria das crianças – e de adultos.
Raio X
CRIAÇÃO MÍNIMA: um casal
PREÇO: a partir de 100 reais o casal
INVESTIMENTO INICIAL: mínimo de 200 reais
RETORNO: um ano
REPRODUÇÃO: até três posturas ao ano
Mãos à obra
INÍCIO – um casal de minimarrecos adultos é a opção mais acertada para quem ainda não tem experiência na criação – nem sempre é fácil distingüir com precisão o sexo dos filhotes. O preço do casal varia, em geral, de 100 a 400 reais, mas alguns podem chegar a 600 reais. Compre somente de locais com referências, que garantam aves de boa qualidade.
ESTRUTURA – como são aves pequenas, elas não precisam de muito espaço para viver. Um cercado de terra batida ou areia, com um metro por 1,5 metro de área, acomoda bem um casal. Mas a altura mínima das telas deve ser de 60 centímetros. Os ninhos podem ser simples, como uma lata de 20 litros vazia, bem limpa e deixada de lado, de modo que a abertura fique livre. Dentro dela, coloque palha seca, feno ou serragem para dar conforto às aves. Outra alternativa é fazer o ninho no chão, com uma cobertura de telhas. As raças mandarim e carolina preferem ninhos suspensos, com rampa de acesso.
ALIMENTAÇÃO – aos filhotes, forneça a ração inicial indicada para aves em geral. Após 30 dias, troque pela de crescimento. Depois dos seis meses de idade é a vez da ração de postura, para estimular a reprodução. Como complemento, dê à vontade hortaliças verdes, exceto alface, que provoca diarréia. Milho é outra opção de reforço, mas deve ser oferecido com moderação para evitar que as aves engordem demais.
REPRODUÇÃO – a fêmea bota de seis a oito ovos por postura, o que pode ocorrer até três vezes por ano, sobretudo a partir do início da primavera. Ela se encarrega de fazer a choca, que dura cerca de 30 dias. Se os filhotes forem retirados logo da mãe, a minimarreca pode iniciar nova postura.
BANHO – minimarrecos são aves aquáticas, portanto, gostam de água. Para as miniaturas, até uma bacia baixa é suficiente. Porém, o mais indicado é construir um tanque com rampa no fundo, com dez centímetros de profundidade de um lado e 20 centímetros do outro. O uso de uma bomba d’água para fazer circular a água ou a presença de carpas em tanques maiores são boas estratégias para evitar a proliferação do mosquito da dengue. Se usar uma bacia, troque a água diariamente.
CRUZAMENTO – deve ser feito com muito critério, para que não haja misturas inadequadas de cores. Para quem está começando na atividade, a recomendação é lidar apenas com um casal de mesma raça, assim não há riscos. Ao contrário dos minimarrecos mallard e cayuga, as raças mandarim e carolina podem ser criadas juntas, pois são monogâmicas.
* Marcelo Queiroz é criador de aves, (11) 9820-9896, criadouroqueiroz@ uol.com.br
MAIS INFORMAÇÕES: ABC Aves – Associação Brasileira de Criadores de Aves de Raça Pura, endereço para correspondência: Rua Ferrucio Dupré, 68, CEP 04776-180, Interlagos, São Paulo, SP, http://www.abcaves.com.br
ONDE ADQUIRIR: Criadouro Queiroz, (11) 5674-1234 (após às 20h); Maria

28 de Fev – @GRO NOTÍCIAS – OVINOS E CAPRINOS

fevereiro 28, 2008

BALANÇAS PARA OVINOS E CAPRINOSrebanho-caprinos.jpg

O potencial para crescimento da caprino-ovinocultura é do tamanho do Brasil

O mercado de ovinos e caprinos tem crescido nos últimos anos, voltado à produção de carne, mas tem tido dificuldades para se expandir como deveria. A demanda é bem maior que a oferta, mas o produto nacional é caro e não compete com o importado, principalmente o uruguaio. E o nosso produto é mais caro porque o nosso custo de produção, sem economia de escala, não consegue se reduzir. Os frigoríficos relutam em investir em plantas específicas inclusive para exportação, porque não confiam num abastecimento regular. E os produtores relutam em produzir sem uma certeza da venda e do abate da sua produção.
Apesar de haver uma grande demanda não atendida, o consumo geral é muito baixo. Além de não haver tradição de consumo, quem não conhece e decide provar, se desilude quando arrisca a consumir carne de cordeiro ou de cabrito caipira de baixa qualidade – animais tardios e não melhorados, e para completar, abatidos na clandestinidade, sem qualquer tipo de inspeção sanitária.
Mesmo com todas essas dificuldades, o setor tem se expandido, o mercado de reprodutores puros de ovinos e caprinos não pára de crescer e já temos rebanhos com qualidade genética equiparada à do 1o. Mundo.

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Rebanhos de alto nível genético

O potencial para crescimento é imenso, inclusive pelas vantagens zootécnicas da caprino-ovinocultura de corte em relação à pecuária. O retorno é mais rápido, a área necessária é menor e o preço da carne é quase o dobro da bovina.
Diversos empreendimentos espalhados pelo país estão obtendo sucesso, com atuações regionais, com abate e divulgação de marca própria em produtos precoces e de alta qualidade, e com um marketing agressivo junto a restaurantes e churrascarias, principalmente.

E acreditando também no crescimento desse mercado, a Coimma disponibiliza aos criadores as ferramentas indispensáveis ao controle da produção de cordeiros e cabritos de qualidade e rentáveis: as Balanças.

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Balança Mecânica Móvel ICS-300

Balança Eletrônica Móvel ICS-300 KM3

Visite a AGRONIPON – Avenida Paraná, 1.353 – 3425 – 1779 (Ademar Endo e Claudio)

27 de Fev – @GRO NOTÍCIAS – AVICULTURA

fevereiro 27, 2008

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AVICULTURA
Em meio à crise de sanidade no mercado de carne bovina, a avicultura se antecipa para evitar restrições comerciais a um mercado que só em 2007 obteve uma receita de US$ 4,9 bilhões. A União Brasileira de Avicultura (Uba) finalizou a elaboração do plano integral de rastreabilidade que será entregue nesta quarta-feira (27-02) ao Ministério da Agricultura (Mapa).
De acordo com o vice-presidente técnico científico da UBA, Ariel Antonio Mendes, o programa permite saber a origem do corte, o tipo de procedimento ao qual o animal foi submetido no que se refere a alimentação e medicamentos e ainda irá abranger o controle de resíduos da carcaça. “Os frigoríficos já fazem essa prevenção usando um protocolo próprio, mas é necessário oficializar. Isso vai dar mais respaldo à exportação brasileira”, afirma.
O técnico garante que o plano será mais aprimorado que o Sistema de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov) e sua implementação deve ocorrer com maior rapidez por se tratar de uma cadeia tecnicizada, com mais de 85% da produção integrada. “O programa deve estar vigorando em no máximo um ano, prazo necessário para englobar as pequenas empresas, mas a maior parte tem condições de iniciar o programa em um prazo de 60 dias”, avalia.
Uma das principais demandas do setor é uma maior intervenção do governo na formalização dos dados. Mendes ressaltou que nos últimos cinco anos muitos ajustes foram feitos em razão da ameaça da gripe aviária, mas a estrutura de laboratórios deve ser ampliada, pois muitos testes têm de ser feitos em laboratórios oficiais, e ainda é preciso definir postos de controle nas fronteiras dos estados. “Também é necessário reforçar as vistorias no campo, pois há uma boa estrutura nos frigoríficos, mas falta veterinário do Mapa para avaliar”, diz Mendes.
Na reunião, além de apresentar um plano de rastreabilidade oficial também será discutido um programa de bem-estar animal, exigido pela Europa e pelo Oriente Médio, e o programa de controle de resíduos em ovos.

26 de Fev – @GRO-NOTÍCIAS- OVINOS E CAPRINOS

fevereiro 26, 2008

 Foto Emilio Barbosa

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O leite de cabra
Nutrição: Leite de Cabra
A produção de leite de cabra no país vem aumentando ao longo dos anos, predominantemente na região nordeste, seguida pela região sul, como conseqüência da importação de matrizes leiteiras e melhoramento do plantel nacional. Ainda que a maior parte desse leite seja destinada à fabricação de queijos, há uma significativa demanda do mercado para consumo de leite, fato esse que mostra que muitas pessoas já estão tomando consciência da importância do leite na dieta e procurando alternativas para poder consumir algum tipo de leite. E o próprio setor laticinista já sente essa necessidade do consumidor e tem elaborado produtos a base de leite de cabra, tais como iogurtes, leites fermentados, sorvetes e queijos.
A grande digestibilidade atribuída ao leite de cabra justifica sua freqüente utilização na alimentação de pessoas idosas, com problemas gástricos ou mesmo de crianças com problemas de alergia ao leite de vaca. Ele é, até mesmo, um ótimo substituto para o aleitamento materno.
O leite de cabra é similar ao leite de vaca quando utilizado na recuperação de crianças desnutridas. Um estudo realizado com crianças desnutridas em Madagascar, África, mostrou que aquelas alimentadas com o leite de cabra tiveram um incremento de 8,5 gramas por quilograma de peso corporal/dia, enquanto as que foram alimentadas com o leite de vaca tiveram um ganho de 7,8 gramas por quilograma de peso/dia, mostrando assim que o leite de cabra é tanto quanto ou mais nutritivo que o de vaca quando se toma o valor calórico e digestibilidade como base. O mercado do leite de cabra e derivados encontra-se em expansão em algumas regiões, embora ainda precise de maior marketing e vendas.
Fonte: Dra. Shirley de Campos

Foto Emilio Barbosa

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Este foi criado com leite de cabra…

25 de Fev- @GRO NOTÍCIAS – RASTREABILIDADE

fevereiro 25, 2008

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Para assegurar um diferencial de preço e a oportunidade de exportação, criadores se rendem à rastreabilidade
O Sisbov – Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina, foi remodelado no país e, a partir de agora, tornou-se ainda mais exigente para quem deseja vender ao exterior. Conheça os passos para se adequar à certificação:
1) O produtor deverá escolher uma dentre as certificadoras credenciadas pelo MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
2) Solicitar os documentos para cadastramento da propriedade.
3) A certificadora encaminhará os seguintes documentos para que o produtor preencha e assine:
* formulário para cadastro de produtor rural;
* formulário para cadastro de estabelecimento rural;
* formulário para inventário de animais;
* formulário de termo de adesão à norma operacional do Sisbov;
formulário para protocolo declaratório de produção.
4) O produtor encomenda a uma fábrica credenciada ou à certificadora os elementos de identificação para os animais. A identificação será feita com a numeração única de 15 dígitos do Sisbov e o produtor poderá escolher entre uma das seguintes opções:
* um brinco e um botton padrão;
* um brinco ou um botton padrão e um dispositivo eletrônico;
* um brinco padrão em uma orelha e uma tatuagem na outra;
* um brinco padrão e o número de manejo do Sisbov marcado a fogo;
* um dispositivo único com identificação visual e eletrônica;
* somente um brinco padrão (mas o animal que tiver apenas uma forma de identificação, a partir do momento que a perde, perde também a rastreabilidade).
5) O produtor recebe os elementos de identificação, realizando-a de forma individual nos animais e preenche uma planilha, que será encaminhada à certificadora.
6) O criador comunica à certificadora que a vistoria já pode ser realizada. O supervisor de campo da empresa fará uma visita à propriedade, verificando a identificação de todos os animais, preencherá e assinará, juntamente com o produtor, o laudo de vistoria do estabelecimento rural. Assim, a fazenda recebe o certificado de Era – Estabelecimento Rural Aprovado, que passará por inspeções semestrais. Para obter a chancela de Era, o produtor deve atender ainda a exigências como: registrar todos os insumos utilizados na propriedade, ter o controle da movimentação dos animais e o acompanhamento de uma única certificadora.
A empresa de vistoria, de posse destes documentos, atualizará a BND – Base Nacional de Dados. Vale ressaltar que este formulário deverá conter o mesmo número de bovinos que consta do cadastro no Escritório Local do Órgão Executor da Sanidade Animal no Estado.

19 de Fev – ESPAÇO @GRO NOTÍCIAS – JARDIM

fevereiro 18, 2008

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Cuide do jardim com receitas caseiras
Com o calor do verão, os insetos se reproduzem mais rapidamente. Ao mesmo tempo, as altas temperaturas fragilizam as espécies. Para evitar que essa combinação de fatores faça estragos em suas plantas, aprenda a combater pragas e doenças com fórmulas naturais, que não prejudicam o meio ambiente.

Alamanda (Allamanda cathartica)
Combate os pulgões
Ferva cerca de 5 folhas em 1,5 litro de água por 10 minutos. Deixe esfriar e pulverize. Utilize luvas ao manusear as folhas
Batida de alho (Allium sativum)
Protege contra brocas, cochonilhas, ácaros, pulgões, lagartas e ferrugem
Bata no liquidificador 1 dente de alho com 1 litro de água, coe bem e pulverize
Infusão de camomila (Matricaria chamomilla)
Controla várias doenças, estimula o desenvolvimento de plantas jovens e revitaliza as fracas
Coloque as flores em um recipiente de vidro e despeje água fervente. Tampe e deixe descansar por 5 minutos. Coe e espere esfriar
Chá de hortelã (Mentha piperita)
A hortelã repele insetos, inclusive formigas. É ótima para plantar em bordaduras de canteiros
Coloque a erva em água fria e ponha para ferver. Tampe e deixe descansar por 3 minutos. Coe e aplique depois de frio
Macerado de pimenta (Capsicum annuum)
Repele todos os insetos, principalmente cochonilhas e pulgões
Soque a pimenta em uma vasilha. Cubra com água e deixe descansar de um dia para o outro. Mexa bem e filtre em pano fino
Chá de folha de tomateiro (Lycopersicum esculentum)
Folhas e caules têm ação inseticida e eliminam, inclusive, pulgões. Prefira os tomates orgânicos
Ferva um punhado de folhas e pedacinhos de caule em 1,5 litro de água. Aplique depois de frio